segunda-feira, 17 de novembro de 2008

• O nome do pequeno vão entre os dois...


Ela existe para não esquecermos de acontecimentos que nos fizeram felizes. Não nego que a mesma seja cortante, sufocante, mas isso é relevante, pois é ela que permanece abraçada à nós na terrível hora do Adeus. A deixamos de mãos dadas com o indivíduo que está de partida para o fazer lembrar e relembrar o máximo de vezes possíveis todos os bons momentos vividos, e ao chegar da noite, no cair do sono, na hora do pequeno e quase mortal aperto no coração ao lembrarmos das inúmeras gargalhadas, dos brilhantes sorrisos e por fim, deixarmos escapar algumas frias e cristalinas lágrimas esbanjadas pela insconstante esperança de logo poder reviver toda aquela felicidade que algum dia nos consumiu e ainda nos consome. E quando damos de cara com a distância, ela é refletida em tudo que está ao nosso redor, toma posse de todos os formatos e objetos que, de algum modo, mesmo que mínimo, há uma essência da pessoa amada. É mal interpretada pela grande maioria, visualizada como a vilã da história, sendo que na verdade ela sempre foi e será a nossa melhor amiga, e o nome dela é saudade.

Nenhum comentário: